sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Adulteradores de leite são condenados à morte

A Justiça chinesa condenou à morte três acusados por comandar o esquema de adulteração de leite que causou a morte de ao menos seis crianças e afetou mais de 300 mil pessoas. Oito pessoas foram consideradas culpadas ontem por acrescentar ao leite a substância melamina.

O componente químico industrial é usado na fabricação de plástico e foi acrescentado ao leite por fábricas chinesas para aumentar ilegalmente o teor proteico do produto.

O escândalo tomou grande proporção e foi descoberto no ano passado, depois que alguns bebês morreram e outros tiveram quadros graves de infecção urinária e aparecimento de pedras nos rins.

O ruim é que, aqui no Brasil a empresa Parmalat também foi acusada de adulterar seus leites. Cerca de 80 mil unidades - segundo matéria do Estado de São Paulo - foram recolhidos do mercado por causa da adulteração.

Apenas cinco pessoas tiveram a prisão decretada, mas foi a prisão temporaria e hoje, ninguém foi culpado e ninguém está pagando por isso.
Pois é, muita coisa ainda a melhorar.

Já vimos que lá funciona melhor que cá. Mudanças no código penas já!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Já vi essa novela ...

Estou colocando esse texto porque hoje, no meu trabalho, estava vendo notícias do final de semana e achei extremamente interessante. Da Agência Estado e, como já começou a novela ele se torna antigo, e sem nenhum fi lucrativo o coloco no blog.


Caminho das Índias de autoria de Glória Perez, a nova produção da Globo que estreia hoje traz a mesma receita de O Clone
Etienne Jacintho
Da Agência Estado


Um amor impossível e um casamento prometido realizado, a princípio, sem amor compõem o enredo inicial da trama de Glória Perez, Caminho das Índias, que estreia hoje, no horário das 9 da Globo. A mocinha é Maya (Juliana Paes) e seu par é Bahuan (Márcio Garcia). O marido prometido é Raj (Rodrigo Lombardi) que, por fim, se apaixonará por Maya. Faz-se aí o triângulo amoroso da vez.

Qualquer semelhança com O Clone (2001) não é coincidência. Caminho das Índias traz de volta elementos clássicos do universo novelesco de Glória Perez e explora personagens e situações que o público adora por serem bem executados. Com a nova novela, pode-se dizer que a autora realiza uma trilogia que começou em 1995, com Explode Coração. As três novelas apresentam, como trama central, um triângulo amoroso e a impossibilidade de um amor por causa de diferenças culturais.

Isso não significa que Caminho das Índias não seja original. Ela simplesmente carrega a marca registrada da autora — assim como Manoel Carlos sempre leva o Leblon e suas Helenas à casa dos espectadores e Walcyr Carrasco usa, em suas melhores tramas, a comédia pastelão e o núcleo rural marcante.

ARE BABA. A equipe da Agência Estado, órfã de O Clone, identificou alguns personagens correspondentes nas duas novelas e até aposta no bordão da vez, em substituição ao inshalá. Are baba deve estar, em breve, na boca do povo. Maya, Bahuan e Raj são, respectivamente, Jade (Giovanna Antonelli), Lucas (Murilo Benício) e Sayid (Dalton Vigh). Quem já viu as chamadas de Caminho das Índias, reparou em uma garotinha que dá show de dança indiana. Trata-se de Anusha (Karina Ferrari), criança esperta igual a Khadija (Carla Diaz), que vivia querendo “ouro, muito ouro”!

Mara Manzan será Ashima, um equivalente à dona Jura, que terá uma pastelaria na Lapa — bairro que, aliás, entra no lugar de São Cristóvão, retratado em O Clone. E se Elizângela na pele de Noêmia tirava o sono dos árabes que moravam no Rio, desta vez é Dira Paes, como dona Norma, quem vai mexer com a libido dos indianos da pastelaria de Ashima.

Na Lapa também tem gafieira! Não é a Estudantina, mas vai reunir os personagens. Cidinha (Eva Todor) e até o dr. Castanho (Stênio Garcia) vão cair na dança. Na bairro ainda está Suellen, a ex-BBB Juliana Alves, que, por ironia, ou não, viverá uma garota que sonha em entrar no reality show. Em O Clone, quem corria atrás da fama era Karla, papel de Juliana Paes.

A Bruno Gagliasso cabe a missão da grande causa social que, em O Clone, foi de Débora Falabella. O ator vive Tarso, um rapaz que sofre de esquizofrenia. Na novela de 2001, o merchandising social era o vício. Débora vivia Mel, usuária de drogas — quem não se lembra da cena em que ela bebia perfume?

PRECONCEITO? Glória Perez, porém, não gosta da comparação. Na apresentação da novela para os jornalistas, no Rio, a autora afirmou que isso é “preconceito”. “A única comparação possível entre as duas novelas é que elas falam de culturas diferentes da nossa. Vê só como as pessoas são preconceituosas? O que é diferente vai tudo para o mesmo saco”, disse.

Paixões impossíveis em culturas diferentes não são novidade na teledramaturgia, na literatura ou no cinema. Por isso, a realização é o que conta. A autora pode usar esse universo novelesco dela para contar histórias no Marrocos, na Índia, na China, no Japão, no Iraque... Suas novelas conquistam bom ibope, os bordões que cria retumbam nas ruas e seus personagens se tornam alvos de discussões. Glória é pop.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Ourostópolis

Estava no caminho entre Holambra 2 e Itararé. Paramos para tomar uma tubaina em um bar, comer um doce e relaxar um pouco,pois a viagem ainda seria longa. Descemos em Itapeva, e começamos a conversar.notamos que a menina que atendia no bar estava tocando um piano e cantando,muito bonita a música. Pegamos uma Tubaina e sentamos na frente do bar, nisso notamos uma placa, escrito “Itapeva (flecha pra direita)Itaí (seta pra esquerda) e Ourostópolis. Ourostópolis? Ficamos curiosos pra saber o que significava.
Perguntei para a menina que nos atendeu no boteco, mas ela falou que não sabia,e ninguém ali em volta também sabia. Ela falou que foi o dono de uma casinha de madeira que morava ali no território onde a placa estava cravada, ele chamava-se César. Fui até a casa,mas ele estava no quintal, conversando com um amigo.
Me apresentei e perguntei a ele sobre a placa,ele me contou a história toda.

- Eu fundei esse bairro, Bairro do Cercadinho. Tinha esse nome porque eu fui o primeiro morador daqui e cerquei minha casa com arame, ai começou a chegar mais gente. Começou a ser chamado de Cercadinho. Ajudei a fundar a escola, eu que montei a primeira escola daqui com uns amigos. Montei as ruas, dividi algumas propriedades pra dar lugar pra rua ,pras pessoas passarem. Só que eu acho que deveria mudar o nome do lugar,é um nome velho, e o mundo hoje está muito mudado. Eu já viajei por muitos lugares do Brasil, e vi que tem muita cidade com o nome alguma coisa “Polis”. Achei que alguma coisa relacionada ao ouro traria boa sorte ou riqueza pra cá. Ai coloquei a placa ali de Ourostópolis.(...) Eu coloquei essa placa porque todo mundo vai ficar querendo saber o que é Ourostópolis, todo mundo que mora aqui quer saber da placa,mas até agora ninguém teve coragem como vocês de vir e perguntar. Mas não conta pra ninguém não ta,deixa as pessoas daqui descobrirem sozinhas.

- Ok Seu César, seu segredo está bem guardado conosco,daqui dessa região ninguém ficará sabendo.
Perguntei a ele o nome completo, é César Teodoro de Oliveira, ele não se lembra a idade e não possui RG. “Já tive,mas não tenho mais não” sobre o RG.
Ele mora em uma casa de madeira), faz mais de 40 anos que mora ali. A casa foi aumentando com o tempo,ela já oi de outra forma,mas ainda permanece com aquele tom rústico e absurdamente simples.
O mais surpreendente de tudo isso é o fato de Seu César é muito feliz com a vida que tem, com a casa e tudo o que rodeia ele
“ Não preciso mais que comida e um teto pra me proteger da chuva com paredes pra barrar o vento. Vivo aqui há muito tempo, trabalhei com os holandeses em Holambra II, mas é aqui que eu gosto. Aqui é minha cãs,meu bairro e todos os meus amigos.”
Pois é,vimos ali um homem simples que nos provou que luxos são apenas luxos,precisamos apenas de comida, abrigo e AMIGOS para ter uma vida boa. Realmente um homem sábio...

sábado, 10 de janeiro de 2009

13 de Dezembro / 10 de Janeiro!

Pois é, daqui a pouco faz um mês que não posto por aqui. Muito trabalho,muitas mudanças...Por falar em mudança, Nosso querido presidente afirmou essa semana que não lê jornais, revistas nem vê o noticiario na TV.
Claro,poderiamos esperar algo diferente? Eu acho que seria dificil a gente ler que ele lê e é extremamente bem informado. Pra ele, essa crise é só uma marolinha, e ainda pede pra que todos continuem comprando. Trabalhe com o nosso salário então.
Ai depois a gente lê que o seu Kassab vai cortar gastos com Cultura. Porra, de boa seu prefeito, o senhor é um merda de marionete do Serra.


Andei visitando várias cidades do interior de São Paulo (46 ao todo) e finalmente consegui juntar todas as informções e datas dos locais. Farei um especial sobre o Estado de São Paulo. No próximo post começo com Mococa, cidade do interiode São Paulo,da região café com leite, divisa com Minas Gerais!

Até lá então,boa leitura(caso alguem ainda passe por aqui)

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