sábado, 30 de janeiro de 2010

Marília...Tá tudo mudando

Ontem fiz um frila pro Diário. Foi bem bacana e curioso.
Fui junto com o fotógrafo Paulo para o Bosque Municipal para uma coletiva e almoço de divulgação da programação do Domingo no Bosque 2010.
Logo que chegamos fomos atendidos pelo Mário César, Secretário do Verde e Meio Ambiente. Ele é igualzinho o Gabriel Challita, ex- secretário de educação do Estado de SP, na época do Alckmin.
Depois, chegaram duas meninas de uma TV local. Andréia e a outra não lembro o nome. Gente boas por demais, troquei contato com a Andréia que tem um projeto de turismo bem bacana, e como eu já fiz guias de turismo, quero ver se consigo batalhar junto com ela nesse projeto.
Logo depois vi uma garota chamada Erica entrando. O mais engraçado é que eu acompanhava o blog dela, e ontem a conheci. Bem legal a menina, engraçada e super bem-humorada. Para quem tiver curiosidade(ou não) segue o link do blog dela.

http://www2.redebomdia.com.br/blog/erica/


O almoço foi legal, um tanto rápido por eu ter que voltar à redação. Chegando à redação, ela estava toda molhada. Alguém se esqueceu de fechar as janelas e a chuva tomou conta do local. Ainda bem que nenhum computador foi danificado, porém algumas pautas...

Era pra eu estar em SP e, certamente me fazendo de xícara, mas infelizmente não deu pra ir...ou felizmente, pois não fui por ter conseguido esse frila aqui.

Hoje antes de vir ao jornal encontrei um vizinho, o Fred. Ele é revisor do Jornal da Manhã e pediu pra eu mandar um cv pro email dele. Vai que dá certo.

Mais novidades em breve negada, brancada, amarelada ou sei lá se alguém lê essa budega!!!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Marília...já perdia conta

Pois é. Às vezes o destino prega uma peça grande na gente.
Estava tudo certo para eu ir até São Paulo hoje, iria conversar com o Álvaro sobre abrir um jornal aqui em Marília e iria ver uma pessoa bem querida.
Como muitos (poucos) sabem (ou não), eu vim a Marília para fazer o teste no jornal diário e acabei sendo recusado. Normal, jornalismo é isso mesmo, muitos nãos até chegar a um sim.
Quando foi umas 17 horas de ontem, recebi um telefonema do editor do jornal vendo se eu poderia fazer um frila de dois dias no jornal, por conta de funcionários de férias.
Fiquei bem contente, pois meu trabalho por um lado foi reconhecido, mas fiquei meio chateado porque queria muito ir a São Paulo nesse final de semana.
Enfim, agora é fazer o trabalho e depois pensar em chegar a São Paulo.

Ontem novamente caiu uma chuva absurda por aqui. Mas tem uma coisa que acho bem bacana.
Além da vista do meu apartamento ser para o Vale, eu vejo a chuva chegando e tomando conta da cidade, a cidade aqui é limpa. Não se vê sujeira nas ruas e o reflexo disso é que não tem enchentes na cidade.
Tudo bem, já escrevi dizendo que casas caíram e tudo mais, porém nenhum alagamento é detectado por aqui, afinal o povo Mariano(estranho mas é assim mesmo quem nasce em Marília) sabe que lixo no esgoto causa alagamento.

E nós de São Paulo achando que eles são caipiras...

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Marília/ São Paulo

Ao contrário do meu bilau, as chuvas só aumentam por aqui.
Não é apenas São Paulo que está sofrendo por conta das pancadas vindo do céu.
Aqui em Marília já foram umas 20 casas destruídas por conta das chuvas. A parte pobre da cidade é realmente pobre, são casas de papelão e, quando luxuosas, de madeira.
Fiz uma matéria no Diário de Marília sobre as chuvas e, por pouco uma casa não caiu quando o fotógrafo estava dentro da mesma. Um susto e tanto.

Amanhã estarei indo à São Paulo. Vou aproveitar que o Gustavo, amigo daqui de Marília, vai ao show do Metallica e pegarei uma carona. A sim, eu ia ao show do Metallica, mas darei meu ingresso pra quem gosta de verdade. Vou até a porta e, quem sabe eu me faça de xícara(para um bom entendedor...)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Marília pt 5

Apto alugado.
Consegui um apto para alugar, e agora divido com um cara bem legal, que faz educação Física na UNESP e conhece todo mundo do campus.
Meu apto fica em um bairro chamado Campus Universitário. Aqui têm três faculdades, a Fundação, a UNESP e a UNIMAR. Todas comportam ao todo cerca de 20 mil alunos, entre eles, 15 mil moram no campus universitário. Ou seja, tem uma média de oito mil repúblicas da região onde moro. A faixa etária não passa dos 25 anos, e todos os dias tem festas ou algum churrasco. todos os dias são bem movimentados por aqui.
A vista do meu apto é demais. Só vejo o vale que cerca a cidade, nada de prédios, ônibus, trânsito ou algo que eu via em são Paulo.

Sim, a cidade de Marília cativou meu coração (que romântico não?) e resolvi ficar por aqui mesmo.
Mas o que a cidade fez de tão bom pra mim?
A cidade me mostrou um lado da vida que não conhecia. A vida intensa, a vida de responsabilidades extremas e muita diversão. O choque cultural aqui é esplendido.
O que chamou a atenção é um simples “Bom dia”, que aqui ocorre com frequência. Em São Paulo, onde todos têm que correr pra fazer tudo, um bom dia é sinônimo de interesse, ou então desconfiança...o cidade chata viu :P
Aqui as crianças ainda brincam na rua. Fiquei espantado e muito feliz em ver crianças na rua pulando corda, jogando pião, descendo ladeiras de rolimã. Enfim, crianças tendo infância, e não jogadas na frente de um computador ou videogame. Crianças que aproveitam a vida e não ficam enfurnadas em casa vendo televisão. Não sei porque, mas esse tipo de infância me encanta.
Mas nem tudo aqui na cidade são flores...
A cidade tem uma biodiversidade muito absurda de insetos. Outro dia um grilo entrou em casa e, como eu não mato nenhum tipo de animal, ele me deu um baile nervoso. Acabei esquecendo dele e, no meio da madrugada, acordei no pulo com ele andando sobre meu rosto. No outro dia ele apareceu morto no chão da sala.
E a cidade ainda tem um problema crônico. Formigas. Como pode, é um absurdo o tanto de formigas que tem na cidade, pra onde você vai tem formiga, até no jornal que eu fiz teste tinha um monte delas.

Hoje escrevi bastante, afinal fazia tempo que não postava novidades. Em breve escrevo mais, e mais sobre minha luta por um emprego aqui na cidade.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Marília pt4

Primeira noitada em Marília.
Descobri que essa cidade tem uma penca de sapatão.

Fui a um bar chamado Berlin. Bem legal, rock n roll.
A banda que tocou era só de mina de Bauru. Bem legal, tocaram dois sons do KISS, lançaram um Lynyrd detonador também.
Até que é barato aqui, mesmo eu não tendo gastado nem um real, deu pra ter noção do preço. O brother do jornal pagou minha entrada e duas brejas. Numa boa, 2,50 uma Heineken long neek.
No meio do role fui perceber o tanto de mulher que beijava mulher no recinto. Estranho e divertido. Legal foi ver duas japinhas... Genial quem inventou isso, hehehe.
A pegada Rock n Roll da cidade é legal, o pessoal não é cabação não. A galera manja. Fui rolar ideia com uma mina sobre banda, começamos a falar sobre Kiss, fomos para Pink Floyd, Mutantes e falamos até de Gentle Giant. Muito bom.

Sábado de tarde foi o dia de ir ao estádio do glorioso MAC (Marília Atlético Clube). Jogo feio pela série A2 do Campeonato Paulista. O mais legal é que foi mais fácil de entrar no estádio do que no show do Angra. Achei um ingresso no chão, bem na entrada. Foi entrar e ir na Mancha Azul, torcida extremamente calórica. Não, não é uma torcida de gordos, porém a torcida não par de cantar um minuto. Nem no intervalo a torcida para. Bem legal isso.
O ruim do jogo. A grande estrela do time, Altair, caiu e deslocou o ombro. No mínimo 60 dias fora do campeonato. Isso já havia acontecido com ele na primeira divisão, no terceiro jogo...o cara zicado!

Domingo foi dia de percorrer a cidade atrás de republicas ou apto. Bem complicado, muita coisa para lugar, mas tudo com três meses de depósito ou fiador. Ninguém vai querer ser meu fiador né!

Hoje verei algumas republicas, melhor do que ficar no hotel. A grana já ta indo embora!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Marília pt3

Da janela lateral do quarto de dormir.
Vejo uma igreja um sinal de glória.
Vejo um muro branco e um voo pássaro
Veja uma grade, um velho sinal.


Comecei esse post com Paisagem da Janela do Clube da esquina por dois motivos.
Primeiro porque ontem eu vi que esse trecho da música reflete o que passo aqui em Marília. Ontem estava no quarto do hotel e fui até a janela pra ver a chuva um pouco.
O que eu vi?
Na lateral do quarto onde durmo tem uma janela com grades, que da de frente a um muro branco e a igreja matriz da cidade. No mesmo instante que eu via uma revoada de pássaros estava passando por cima da igreja... Batata!
A segunda é que o Milton Nascimento, Lô Borges e Flávio Venturini farão um show do aniversário de São Paulo no Pq. Da Independência tocando TODO Clube da Esquina.
Puta show que provavelmente eu perca, porém por um bom motivo, hehehe.

Ontem jantei no Habib´s. Já que não posso ficar gastando grana, esfiha de queijo por 0,69 é uma bela janta. Mas o Habib´s é longe do hotel. E pra melhorar a situação, tomei uma baita chuva na volta. Pelo menos fiz minha estreia na cidade. Andarilho tomador de chuva.
Os dias estão a passar rápido por aqui. Hoje fiz uma pauta de uma ponte que está em estado precário em uma estrada de terra por aqui. Porém foi impossível chegar a devida ponte.
Havia um caminhão atolado e, depois de uns 20 minutos, o caminhão desatolou, seguimos viagem, mas logo a frente deu a zica. Quase atolamos, a lama tomava conta da estrada.
Depois vi o campus universitário, ao lado da UNESP e da UNIMAR! Demais, é ali mesmo que quero morar. Da até pra ter noção das republicas que têm festas e as das mulheres. Será um sonho que, espero em breve seja realizado.
O editor do jornal me falou hoje que a resposta pra ver se eu fico ou não no jornal será dada apenas no meio da semana. Triste isso. Pensei que no sábado já fosse me dar uma posição sobre a situação. A grana pode acabar, e eu ficar na mão por aqui. Vou procurar um hotel mais barato!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Marília pt2

Ontem resolvi dar aquela volta pela cidade. Saí do jornal às 20hs e andei até umas 23h. Conheci uma avenida que tem vários bares (e várias japonesas) e uma pista para caminhada. O pessoal da cidade é meio geração saúde.
A cena noturna parece bem legal. Passei em um bar chamado Chaplin que estava lotado, e ainda tinha gente chegando. Bem legal pessoal animado e, curiosamente, eu estava ouvindo Mutantes no MP3 e no bar estava tocando 2001. Pena que era a versão do Capital Inicial, porém calhou a coincidência bem legal. Mas essa versão é péssima.
Vi que a cidade tem Mc Donald´s e Habib´s, ou seja, não é tão fim de mundo assim, hehehe. Tem um mercado bem grande na cidade, o equivalente ao Carrefour do Center Norte.
Na volta para o hotel que estou a dormir, fiquei até um pouco emocionado. Em um prédio, haviam quatro pessoas cantando com um violão uma música do Lulu Santos, não recordo o nome agora, mas a letra era “Quando um certo alguém, desperta um sentimento...” Depois que cantaram essa música, eu descobri o que era. Uma mulher estava fazendo uma serenata para o namorado, e logo depois dessa música o pediu em casamento. Achei incrível, o cara estava com cara de bobo (pra um homem casar só sendo bobo mesmo) e logo depois cantaram “Mas como é grande o meu amor por Você” do Rei. Muito legal isso, e todos os cantores eram extremamente afinados. Linda cena, e nessas horas eu me pergunto...POR QUE NÃO TENHO UMA PORRA DE MÁQUINA FOTOGRÁFICA? Pelo menos estava com meu gravador, que não me desgrudo dele desde que cheguei por aqui.
A grana ta começando a apertar, não passarei por dificuldades, masnão posso mais gastar R$10 por dia pra comer. Se contar com a hospedagem, estou gastando quase R$50 todos os dias. Complicado. Espero que o jornal me de uma resposta logo, senão será apenas gastos, e gastos, e gastos...
A sim, quem quiser ver matéria minha é só acessar o site do jornal, até agora saiu uma matéria que fiz sobre a ETEC e , certamente hoje entrará no ar uma que fiz sobre a Mega-Sena...
Diário de Marília

Até Breve...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Marília pt 1

Como bem sabem, estou a fazer um teste no jornal Diário de Marília.
Cheguei à cidade às 6h de segunda-feira. A viagem no ônibus não foi nada tranquila. Primeiro, um casal insistia em fumar dentro do ônibus, o que é proibido por lei. Depois, um grupo de 4 pessoas me forçou a apagar a luz. Ok, a luz pode atrapalhar para dormir, mas e eu que não consigo dormir em estrada, como fico? Infelizmente o direito de um cidadão que queria apenas ler um livro foi ignorado pela ignorância de alguns passageiros. Para não criar confusão, apaguei a luz e fiquei da uma da manhã até chegar Marília.
Chegando à cidade percebi uma coisa que minha irmã iria detestar. A cidade é infestada de mariposas e borboletas. A cena até que é bonita, mas enche o saco os bichos caminhando sobre as bagagens e roupas.
Chegando ao jornal, o mesmo encontrava-se aberto, porém nenhum jornalista responsável estava no local. Deixei as malas no jornal e fui procurar um hotel. Aqui os hotéis são bem simples, com um preço um pouco acima do justo. Acabei encontrando um bem bacana no centro, fiz um pacote de uma semana e consegui um desconto bacana.
O jornal começa a funcionar às 10h, achei estranho, pois notícia nunca para de acontecer. Ao chegar ao jornal, já me passaram duas pautas, bem simples para fazer. Uma experiência bem bacana, que ficará marcada em minha memória.
Ao meio dia, uma repórter me avisou que era hora do almoço, que dura duas horas. Achei estranho. Procurei um restaurante e percebi que todos os comércios da cidade estavam fechando as portas. Sim,aqui na cidade TUDO para ao meio dia e volta as 14h. Todos aqui azem a cesta, muito bom e importante para o organismo e o bem estar do trabalhador.
Comi bem por pouco. Achei um restaurante lotado, mas com um preço bem camarada. Com um prato grande, com carnes e bebidas, paguei ao todo R$6,00. Impossível de pensar isso em uma cidade como São Paulo.
O expediente acaba as 18h, e cada dia que passa fico mais apreensivo com esse teste.
Ontem fui andar um pouco pela cidade. A cidade é um pouco confusa, as ruas parecem todas ligadas umas as outras, parece um ônibus circular. Encontrei até um bar rock n roll, chama-se Berlin. Parece bem bacana, lá já tiveram shows do Matanza, Velhas Virgens, Cachorro Grande entre vários outros artistas do Brasil.
Quando estudei sobre a cidade, vique era colonizada por japoneses, porém a maioria mora em tupã, cidade vizinha de Marília.
Espero que dê tudo certo e a cidade se torne minha nova casa.
Mais novidades em Breve!!!

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