quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Marília pt 1

Como bem sabem, estou a fazer um teste no jornal Diário de Marília.
Cheguei à cidade às 6h de segunda-feira. A viagem no ônibus não foi nada tranquila. Primeiro, um casal insistia em fumar dentro do ônibus, o que é proibido por lei. Depois, um grupo de 4 pessoas me forçou a apagar a luz. Ok, a luz pode atrapalhar para dormir, mas e eu que não consigo dormir em estrada, como fico? Infelizmente o direito de um cidadão que queria apenas ler um livro foi ignorado pela ignorância de alguns passageiros. Para não criar confusão, apaguei a luz e fiquei da uma da manhã até chegar Marília.
Chegando à cidade percebi uma coisa que minha irmã iria detestar. A cidade é infestada de mariposas e borboletas. A cena até que é bonita, mas enche o saco os bichos caminhando sobre as bagagens e roupas.
Chegando ao jornal, o mesmo encontrava-se aberto, porém nenhum jornalista responsável estava no local. Deixei as malas no jornal e fui procurar um hotel. Aqui os hotéis são bem simples, com um preço um pouco acima do justo. Acabei encontrando um bem bacana no centro, fiz um pacote de uma semana e consegui um desconto bacana.
O jornal começa a funcionar às 10h, achei estranho, pois notícia nunca para de acontecer. Ao chegar ao jornal, já me passaram duas pautas, bem simples para fazer. Uma experiência bem bacana, que ficará marcada em minha memória.
Ao meio dia, uma repórter me avisou que era hora do almoço, que dura duas horas. Achei estranho. Procurei um restaurante e percebi que todos os comércios da cidade estavam fechando as portas. Sim,aqui na cidade TUDO para ao meio dia e volta as 14h. Todos aqui azem a cesta, muito bom e importante para o organismo e o bem estar do trabalhador.
Comi bem por pouco. Achei um restaurante lotado, mas com um preço bem camarada. Com um prato grande, com carnes e bebidas, paguei ao todo R$6,00. Impossível de pensar isso em uma cidade como São Paulo.
O expediente acaba as 18h, e cada dia que passa fico mais apreensivo com esse teste.
Ontem fui andar um pouco pela cidade. A cidade é um pouco confusa, as ruas parecem todas ligadas umas as outras, parece um ônibus circular. Encontrei até um bar rock n roll, chama-se Berlin. Parece bem bacana, lá já tiveram shows do Matanza, Velhas Virgens, Cachorro Grande entre vários outros artistas do Brasil.
Quando estudei sobre a cidade, vique era colonizada por japoneses, porém a maioria mora em tupã, cidade vizinha de Marília.
Espero que dê tudo certo e a cidade se torne minha nova casa.
Mais novidades em Breve!!!

2 comentários:

Suellen Roth disse...

Bem vindo ao mundo das cidades pequenas onde até padarias fecham pro almoço!!!Não imagina o quanto demorei para assimilar isso.Cansei de chegar na frente do mercado,ele estar fechado e eu levar duas horas para conseguir comprar algo para o almoço que acabava fazendo lá pelas 15hrs!!
E qt as borboletas...acho que já superei isso.Mas ainda prefiro que não cheguem muito perto!!=)

e atualiza mesmo o blog, sempre dou uma espiada aqui!!!

Paula disse...

Por duas horas de almoço, eu não reclamaria das borboletas. rs


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