terça-feira, 31 de agosto de 2010

Produção...ô podução!!!


Foi incrível... Sério, foi algo surreal e que eu não imaginava ter sido tão bom.

Tudo começou há pouco mais de um mês, quando o Márcio, diretor da Escola Livre de Artes de Marília, anunciou que iríamos promover o terceiro sarau da escola. Até ai tudo bem, mas a coisa começo a tomar uma proporção muito grande.
A Paula Mello, fotógrafa da escola começou a ter ideias e mais ideias para o sarau. Primeiro nos assustamos com o número de atrações que ela planejava. Depois, a coisa começou a ficar mais concreta.
Eu fiquei responsável pela assessoria de comunicação do Sarau. Atender e jogar tudo para a imprensa. Convenhamos, não foi um trabalho fácil. Começou esse trabalho no dia 7 de agosto, quando lançamos a inscrição para o sarau. Jornais já soltavam notas, o site começou a receber mais visitas e materiais chegavam de vários lugares do Brasil e do mundo(explico isso mais abaixo no decorrer do texto).
No dia 7 de agosto, tivemos a primeira aparição na TV, no programa Marília Mulher, o de maior audiência da cidade, transmitido pela TV Marília. Lá, a Mayra, apresentadora, deu um espaço muito bom, maior do que para seus anunciantes. Afinal, ela como apresentadora também faz uma arte. Ou vocês acham que fazer um programa ao vivo não é uma arte?
Depois foi a correria da logística e das atrações. A que teve a maior repercussão foi a Sticker Art, arte feita com adesivos. Recebemos materiais do Rio de Janeiro, de Marília e região, da Holanda, Canadá, Finlândia(que eu e a Paula achávamos que só havia gelo, Nightwish e Stratovarius lá), Austrália e EUA. O que nos surpreendeu foi o estúdio de artes de Hollywood, que nos mandou bastantes coisas. Esse estúdio é da Kate von D, do seriado de tatuagens e, entre outras aparições, SCI e American Idol.
Na semana do evento, essa última que passou, dormir foi um luxo. Organização de espaços, contato com os artistas, lançar coisas nos jornais, receber imprensa, coquetel de lançamento...que correria.
Na sexta-feira, ficamos eu, a Paula e o Eduardo arrumando a escola até às 5h da manhã. Sendo que 11h estávamos na escola arrumando as coisas no sábado.
No início do Sarau, pouca gente esteve presente e o lançamento da revista Café Espacial foi feito meio que as moscas. Bom pra Lídia que pode falar melhor porque estava entre amigos.
A coisa começou a encher umas 17hs. Mas falarei mais do ponto alto, o cover de Elvis, heheheh. Um pouco de egocentrismo de minha parte, foi o que roubou parte da cena. Eu, o Alexandre e o Márcio nos vestimos com perucas e óculos escuros para tocar Elvis. E não é que a galera cantou, dançou tudo junto? Foi bem legal, não esperava uma recepção dessa. Resultado, um dos coordenadores do bar underground “Cão Pererê” nos chamou para fazer umas 15 musicas em seu bar. Bacana.
Fechamos o sábado com apenas uma hora de atraso. Para um evento que durou quase 11horas e o número de atrações, todos viram que uma hora de atraso não era significativo. Tanto é que o publico ficou até o final.
No domingo, a coisa foi mais pesada. Fechamos à rua, teve confusão por conta de um bêbado que não queria a rua fechada. Esse mesmo bêbado era nada mais do que o presidente do sindicato dos bancários de Marília, além de funcionário do BB. Bom, na frente de todo mundo, esse senhor me ofendeu demais, e logicamente cabe um processo ali. Mas um infeliz, bêbado, em um domingo a noite que ano está com a família, logicamente já tem infelicidade demais na vida dele. Um dia ele pegará um cara de cabeça quente e irá apanhar feio.

Enfim, a programação foi grande. Teve pirofagia, teatro de rua, grafite, descotecagem, hip-hop, e fechamos com chave de ouro com a peça “Sincretismo”.

Fazer esse sarau não foi fácil. Pessoas que estavam para ajudar não ajudaram, sobrecarregou muita gente, estressamos todo mundo, fomos estúpidos com quem não deveríamos ser, mas mesmo assim, a coisa funcionou. Tanto é que todo mundo elogiou a organização, todo mundo gostou das atrações e certamente o próximo será ainda maior.
Logo menos passarei o link para as fotos e os vídeos que serão postados no youtube.
Viva a arte, viva o movimento artístico de nossa cidade.

domingo, 15 de agosto de 2010

Área VIP: no sentido contrário da democracia do rock

Felipe Milano Riveglini

O rock e suas inúmeras dissidências após algumas décadas de atividades representa um apaixonante estilo de vida. Não preciso explicar isso com riqueza de detalhes, pois se você está lendo uma matéria deste site provavelmente sabe muito bem o que quero dizer.

Um dos momentos mais importantes na vida de um fiel amante do rock é sem dúvida ir aos shows de suas bandas prediletas. Não somente para assistir as bandas, claro que este é o grande objetivo, mas ir a um show pode mobilizar uma espécie de ritual que aumenta a magia do evento. Estou falando da escolha da camiseta a ser usada, de chegar na madrugada anterior para conseguir ficar na grade, de fazer amizades na fila e ver pequenos grupos virarem um grupo maior, de disputar espaço na pista em meio a pulos, gritos, empurrões, mas sempre de forma leal.

A pista de um show de rock é um espaço onde a regra é a democracia do rock. Consegue chegar mais à frente quem for mais apaixonado e essa paixão independe de classe social, pois disputam o mesmo espaço aquele que dedicou uma pequena parte de sua renda mensal para estar ali e o que juntou dinheiro durante meses para fazer o mesmo. É, portanto, um espaço no qual não há regra maior que a devoção ao rock, ou melhor, era.

Nos últimos anos temos visto a tal da área VIP mudar as regras do nosso jogo. A coisa toda começou com grandes eventos em estádios, mas hoje invade quase todos os espetáculos nas casas mais renomadas. Podemos dizer que a área VIP, muitas vezes chamada de pista Premium, mudou a democracia do rock. Nosso sagrado ritual de ir a um show está agora sob as mesmas regras de mercado que todas as outras coisas, quem tem muito dinheiro tem os melhores produtos e serviços, quem tem algum dinheiro fica com o que o primeiro grupo não quis e os demais que tenham mais sucesso nas próximas vezes.

Pessoa muito importante, essa é a tradução da sigla VIP (very important person). Se quem pode estar na área VIP é mais importante que os demais, a democracia do rock está acabada e isso é assustador, pois o que para muitos é um estilo de vida pode se transformar em apenas um gosto musical.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Entre tantas coisas na vida, o cansaço é o que mais me cansa de sentir.
Em todo o caso, cansaço nada mais é que não ter pique para algo. Sinceramente, dormir é perca de tempo. Absurdamente...

Estou ficando cansado de um monte de coisa. Sério, a minha vontade às vezes é jogar tudo para o alto, virar hippie e viver fazendo artesanato pelos centros de todas as cidades do Brasil. Mas não...Não sirvo para tal oficio.

Tenho feito muitos projetos, mas nenhum se compara ao de construir um foguete que consiga ir para o espaço. Já tenho até o esboço dele.


Só não mostre pra ninguém está bem? É um segredo que quero pegar a galera de surpresa.

Sim, eu sei, estou meio besta hoje. Mas é que mesmo não entrando grana, as coisas estão melhorando muito para mim. Mas nem quero falar disso agora. Quero apenas compartilhar um sorriso.

A, e sinto uma falta azul esses dias...

Sim, não ou talvez?

São sempre as mesmas três respostas ou perguntas que vamos carregar por toda a vida. Tudo se resume a isso.
Lembro-me do dia em que me falaram “Você precisa aprender isso porque vai usar pela vida toda”. Claro que era minha professora de matemática falando sobre Binômio de Nilton. Estava certa, eu uso isso todos os dias :P

Estava passando em minha gaveta de memórias e me deparei com a escola. Realmente, como faz falta. Aquelas bagunças de sala de aula, quando do nada começávamos a bater palmas para a explicação da professora.

Acordávamos cedo para nos divertir na escola.

Não era o exemplo de aluno, mas uma coisa eu sempre me preocupei. O Desrespeito com o professor. Nenhum pôde reclamar de alguma suposta falta de respeito.

Isso sim, é algo que aprendemos de pequeno e devemos levar para a vida toda.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Showzão

Que o Roupa Nova é uma bandona não é novidade para ninguém.
Mas o show que fizeram nesse sábado em Marília mostrou que, além de uma baita banda, eles ainda sabem animar o público como ninguém.

Um show de 3h geralmente é cansativo(tirando o Roger Waters e o Rush) mas os caras conseguiram arregaçar.

Abriram com sapato velho e mandaram clássicos atrás de clássicos. Mas duas partes chamaram muito a atenção.

Eles tocaram todos os jingles que fizeram para a televisão, da música do Rock n Rio até o tema da vitória,conhecida como música do Ayrton Senna.

A outra foi um medley rock n roll que fizeram. Começaram com Guns, Tocaram "The Who", Rolling Stones, Pink Floyd, Beatles e para encerrar o show, com direito a fogos e confetes no palco, Rock n roll all Night do Kiss..perfeito.

Os veios ainda manda muito bem, obrigado

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