quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Teatro, palco, luz,cenas

No último domingo estava deitado, pensando na minha nova casa, nos novos rumos q minha vida anda tomando. Acabei indo ler uma revista e liguei a TV para não ficar sozinho.

No SBT, passava o programa “De frente com Gaby”, com a jornalista artista e, sinceramente baita entrevistadora quando quer Marília Gabriela

Nota – Ela é uma baita entrevistadora quando quer, pois ela é pau mandado. É só ver o programa Roda Viva da TV Cultura.

Marília Gabriela entrevistava Luana Piovani. Uma grande atriz e agora investe bastante no teatro infantil. Uma fala dela me chamou bastante atenção.

Marília Gabriela falava sobre os projetos e Luana falou do teatro infantil. “Poxa, o teatro para crianças é sempre visto como bobo. Muitas vezes é apenas para iniciar o trabalho de ator, nunca levam tão a sério”.

E eu já havia percebido isso antes. Conseguir fazer uma peça onde a criança goste é difícil pra caramba. Falo sério. A criança não consegue fazer de conta que está gostando da peça. Ela simplesmente desvia sua atenção para qualquer formiga passando.

A última vez que fiz um teatro infantil pude perceber bastante isso. “O Lobo, os três porquinhos e o Gênio da Lâmpada”. O bacana foi que ao final todas as crianças haviam prendido a atenção na história. Mas foi bem difícil isso.

Fazer teatro infantil geralmente é visto com olhos tortos. No “Corpo & Alma” alguns torciam o nariz quando falávamos em fazer um teatro infantil. Na Elam, percebi que alguns também, mas os que toparam percebo que são atores bem melhores.

A Luana Piovani está investindo alto nesse teatro infantil. Suas peças estão cada vez maiores, está evoluindo mais ainda como atriz e quebrando uma barreira gigante, de que o teatro infantil é apenas para ser bobo. Produções como Alice e o Pequeno Príncipe mostram o quanto não devemos esquecer dos pequenos na arte...

A sim, e fiquem atentos. A Elam tem duas peças infantis que está botando pra quebrar. Primeiro é a clássica “Saltimbancos”, musical que despensa apresentações. A outra, “Forrobodó com a Nega”, que é uma peça bem engraçada que, sinceramente, não é apenas infantil. Tem um “Q” mais adultos. E aquela menina que faz a beata...un...coisa linda :P

4 comentários:

Suellen Roth disse...

Assistimos com o Matheus "A Arca de Noé" faz mais de um ano e até hoje ele se lembra.
Tb se lembra que eu me emocionei e chorei em metade da peça com todas aquelas músicas que tanto marcaram a minha infância sendo magistralmente interpretadas por uma trupe de atores/cantores.Foi lindo!
E ví trechos da Luana Piovani interpretando a Alice e fiquei torcendo para que viesse a PoA um dia, achei mais do que fantástica a idéia dela.
Peças infantis bem produzidas são capazes de nos trazer de volta sentimentos que tinhamos qd crianças, e isso não tem preço!

Daisy. disse...

Bom, agora vc já sabe que teremos "forróbodó com a nêga" versão natal! 0//

A menina que faz a beata ficou feliz com o elogio! :)

Girassol disse...

Bom, eu adoro teatro infantil, todavia não penso q uma boa peça infantil necessita ser bem produzida. Acredito no poder de uma boa narrativa. Isso sim...Estetica teatral é importante p se ganhar dinheiro, mas p sentir/emocinar/chorar/rir/viver é preciso apenas o peito aberto p se entregar ao enredo.
Hoje fui ao Sesi assistir a peça Marcelo, marmelo, martelo, uma adaptação do livro da Ruth Rocha. Li este livro na minha infãncia...E sabia quase todas as falas. :) Tirei fotos, depois coloco no twitter.
Bem, eu, como linguista quase pirei hj no teatro...Essa coisa de neologismos me alucina, por isso amo tanto Guimarães Rosa. A liberdade linguistica me comove, assim como o teatro infantil. :0
bjos

Anônimo disse...

Tb vi a entrevista,,,

Azullll


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