terça-feira, 30 de novembro de 2010

Universidade...Classe D aumenta a participação

Eu ia falar de minha chegada em BH, mas preciso falar de outro assunto no momento.

Muita gente fala que o Pró-Uni é dar o peixe e não ensina a pescar. Muita gente imbecil, diga-se de passagem, eleitores da elite do PSDB que dizem que programa social é esmola, ou então que hoje "qualquer um pode ter carro ou andar de avião".

A classe D já passou a classe A no número total de estudantes nas universidades brasileiras públicas e privadas. Em 2002, havia 180 mil alunos da classe D no ensino superior. Sete anos depois, em 2009, eles eram quase cinco vezes mais e somavam 887,4 mil. Em contrapartida, o total de estudantes do estrato mais rico caiu pela metade no período, de 885,6 mil para 423, 4 mil. Os dados fazem parte de um estudo do instituto Data Popular.

O estudo, feito a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela também que as classes C e D respondem atualmente por 72,4% dos estudantes universitários. Em 2002, a participação dos estudantes desses dois estratos sociais somavam 45,3%. São considerados estudantes de classe D aqueles com renda mensal familiar entre um e três salários mínimos (de R$ 510 a R$ 1.530). Os estudantes da classe C têm rendimento familiar entre três e dez salários mínimos. Já na classe A, a renda está acima de 20 salários mínimos (R$ 10.200).

Obrigado Lula, e obrigado Brasil por ter escolhido Dilma para dar continuidade com o Pró-Uni. Não sou PTista como podem pensar, sou a favor da política pela minoria, daquela que realmente precisa.

Caso a memória dos poucos leitores desse falido blog está falha, o candidato a vice de José Serra Índio da Costa do DEMO 666 votou contra o Pró Uni.



quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Eu já estou com o pé nessa estrada
Qualquer dia a gente se vê
Sei que nada será como antes, amanhã
Que notícias me dão dos amigos?
Que notícias me dão de você?
Alvoroço em meu coração
Amanhã ou depois de amanhã
Resistindo na boca da noite um gosto de sol
Num domingo qualquer, qualquer hora
Ventania em qualquer direção
Sei que nada será como antes amanhã
Que notícias me dão dos amigos?
Que notícias me dão de você?
Sei que nada será como está
Amanhã ou depois de amanhã
Resistindo na boca da noite um gosto de sol

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Gentle Chances

Minha cabeça está voando novamente.

Vejo que em Marília não tenho mais perspectiva de trabalho como jornalista. Muita coisa está sendo feita, tenho tido ajuda de muitas pessoas, mas nada. A maldita panela da mídia ainda é forte nessa pequena cidade do interior paulista.

Sinto muita vontade de ficar por aqui, mas pra que? Pra passar necessidade novamente? Pra ter que voltar a morar com mais 15 pessoas na mesma casa que roubavam minha comida, que pegaram quatro calças e meu celular? Obrigado, mas acho que mereço muito mais que isso.

Claro, mudanças nunca são fáceis. Muita gente vem me falar como eu tenho coragem de mudar assim. Sabe o que eu respondo? “Não é coragem, é falta de medo”.

O medo nos tira oportunidades incríveis. Tudo em nossa vida só depende da gente. Eu ficar em Marília só depende de mim também, mas eu sai de São Paulo porque estava trabalhando em qualquer coisa, não será aqui que farei isso, afinal estudei quatro anos para exercer a profissão.

O medo nos tira conhecimento, nos tira o amadurecimento e nos faz diminuir de tamanho. Muitas vezes nossos problemas são tão pequenos, mas pelo medo de enfrentá-los, deixamos os problemas com o dobro do tamanho. Depois vimos que era só pular esse problema para seguir a vida... E essa vida que sempre nos prega uma peça.

Um amigo da escola de artes, o Márcio, me falou algo bem interessante. Penso em mudar para Belo Horizonte, capital de MG e, diga-se de passagem, do mundo. O que ele falou para mim ficou matutando em minha cabeça. “Não caímos a toa em algum lugar. É a segunda vez que você fala de BH e pode ser que ali você se encontre, já que sempre fala que gosta tanto de Minas Gerais e queria muito voltar a morar por lá. Nós que vestimos branco temos um dever a cumprir, e quem sabe existem pessoas te esperando por lá”.

Ao que tudo indica, minha vida em Marília terá um ponto final. Triste? Um pouco. Não queria deixar o ciclo social que fiz por aqui, não queria deixar a escola de artes que aprendi, me deu espaço e me fez conhecer a Daisy, pessoa maravilhosa que entrou em minha vida e me ensinou bastante.

Mas a vida é assim. E eu, que gosto muito de viajar e conhecer novas culturas, vejo que esse é o meu caminho, desbravar esse país tão grande, com tanta mistura...o berço de uma raça.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Não tenho o que falar sobre o show do Paul McCartney. Foi uma emoção absurda, sem palavras mesmo.

Mas novas novidades(ou velhas para quem me conhece) virão...aguardem.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Folha. Não dá para ler

Um dos comentários postados no meu blog falou para eu me informar melhor e ler a Folha.
Bom, primeiramente, quem se informa bem não lê Folha. Alías, não lê nada do PIG – Partido da Imprensa Golpista, Globo, Folha, Estadão...

A Folha foi o único jornal do mundo que virou motivo de piada nas eleições. Tudo o que acontecia era culpa da Dilma, só porque o veículo apoiava o Maníaco da Mooca.

O #Dilmafactsbyfolha entrou no TT mundial. E ainda falam que a Folha é um jornal sério. Tudo era culpa da Dilma. Se tinha trânsito em SP, culpa do PT. Hitler? Quem criou foi Dilma. E vocês sabem, aquele Tsunami asiático que matou mais de 100 mil pessoas foi armação da Dilma.

A Folha emprestava seus carros para torturadores.

Agora, a Folha quer abrir a ficha de Dilma na época da Ditadura.

Para a Folha, lutar na Ditadura é ser terrorista, e fazer a fuga para o Chile seria a melhor opção.

Segue o texto do blog Conversa Afiada, de Paulo Henrique Amorim, um dos melhores jornalistas do Brasil (Ele não trabalha na Folha, obvio)

Primeiro, o que a Folha queria ?

A Folha queria abrir o passado da Dilma durante a campanha presidencial e ajudar o Serra e o índio a pendurar nas costas da Dilma o estigma de matar adultos, além de matar criancinhas.

O capítulo das criancinhas foi aberto pela Grande Estadista chileno-brasileira Mônica Serra.

O STM não deixou a Folha ajudar o Serra nesse aspecto.

Com a surra que a Dilma aplicou no Serra – 56% a 44% – o que a Folha agora quer ?

Primeiro, ir à forra da ficha falsa.

A Folha publicou uma ficha falsa da Dilma, que se tornou uma das notáveis “barrigas” da Imprensa Mundial.

A Folha vai tentar demonstrar que a ficha falsa é verdadeira.

Segundo, a Folha quer pegar a Dilma na mentira.

A Dilma e inúmeros colegas de militância asseguram que a Dilma não participou de nenhuma ação armada.

A Folha vai querer mostrar que a Dilma pegou em armas, roubou o cofre do Ademar, matou criancinhas, e derrubou as Torres Gêmeas.

Terceiro, a Folha quer desmoralizar a Dilma e reproduzir declarações e situações nascidas no processo de tortura.

Quarto, a Folha quer dar legitimidade a uma máquina repressiva e judicial construída no regime militar.

Quinto, a Folha quer re-instalar o regime militar e seus mecanismos no regime democrático que a Dilma respeitou e no qual se tornou vitoriosa.

Sexto, a Folha quer reestabelecer a legitimidade das práticas do regime militar a que ela, a Folha, serviu com devoção e fidelidade.

Serviu de diversas maneiras.

Serviu quando cedeu os carros de reportagem para transportar torturadores e vítimas de torturadores.

Serviu ao transformar seus jornais em instrumentos da repressão e da ocultação de crimes hediondos.

Sétimo, a Folha quer constranger a Dilma.

A Folha quer fazer o que o senador Agripino Maia não conseguiu: transformar o Regime Militar num regime constitucional inglês e a Dilma numa terrorista.

Oitavo, a Folha avisa a presidente eleita que a combaterá sem tréguas.

Nono, a Folha quer impedir que a Dilma faça uma Ley de Medios.

Décimo, para a Folha, a Dilma é o Marighella, que será abatido num cruzamento dos Jardins, entre a Avenida Paulista e a Rua Estados Unidos.


Paulo Henrique Amorim

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Eu já havia falado

Alguns de vocês me ofenderam absurdamente. Outros protestaram e outros apoiaram. Mas que é claro que o Corinthians está sendo ajudado no campeonato, isso não tem o que falar.

Depois do jogo contra o cruzeiro, em que o juiz viu um pênalti absurdo contra Ronaldo (aquele dos travestis) o ex- jogador do clube deu uma declaração um tanto quanto verdadeira. Veja a fala de Roger.

Nos vestiários do Pacaembu, o jogador, que passou pelo Parque São Jorge na temporada 2005, afirmou que conhece o esquema de favorecimento ao Corinthians. "Já estive lá em 2005 e sei como as coisas funcionam no Corinthians. Naquela época não reclamei e agora também não posso reclamar", disse o atleta depois da partida. Roger fez parte do grupo campeão brasileiro daquela temporada.

Ou seja, o campeão nacional de 2005 disse que houve favorecimento para o clube, e o que ainda acontece. Está descarada a ajuda. Andrés Sanches, presidente do clube, é conselheiro da CBF. Milagrosamente, mesmo tendo o Morumbi e o Palestra Itália aptos para uma copa do mundo, o estádio que nem existe será palco da abertura, segundo a CBF.

Além disso, ninguém pergunta de onde vem o dinheiro? Pois o clube não tem grana pra isso e o BNDES já afirmou que não vai ajudar.

E por falar em dinheiro...

No ano de 2005, o Corinthians escandalosamente comprou o campeonato nacional. Na foto de campeão, está Edílson Pereira de Carvalho.
Alguém duvida do apito amigo?
Veja esse vídeo

http://www.youtube.com/watch?v=hghV3UBxkuA&feature=player_embedded

Comentários ofensivos serão apagados ok?

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Feira noturna, universitários...Isso é Marília

Eu ainda não me acostumei com alguns hábitos da cidade de Marilia. Ontem, junto com a Daisy na feira que rola de noite todas as quintas, falávamos sobre a peça que estamos desenrolando e eu viajava em meus pensamentos.

A feira noturna é muito movimentada. Muita gente vai. Para quem não é de Marília e freqüenta o blog, explico. Nessa feira, não é como as feiras livres de SP ou de outras cidades, que vendem apenas frutas, legumes e verduras. Na quinta feira, além dos produtos tradicionais, a feira ainda tem um monte de barraca de doce, comidas diversificadas, pula-pula para as crianças (uma pena) e cama elástica. A feira tem um grande movimento, e muito familiar, diga-se de passagem.

Mas o feriado chegando e a cidade ficará novamente vazia. Fica um tédio essa cidade em feriado, sério. Aqui, temos cerca de 12 mil estudantes. Desses, pelo que eu havia levantado em matéria no Diário de Marília quando estava lá, cerca de 82% dos estudantes não são da cidade.

Resultado. Feriado, acidade vazia. Tirando os bares de rock e o Chaplin, da falsa elite mariliense, os bares ficam as moscas. Isso deve-se ao fato de que o pessoal das universidades são os que movimentam a vida noturno de Marília. Com exceção dos bares que citei, que já são tradicionais na cidade e nunca dependeram de universitários, os bares ficam no prejuízo no final e começo de ano.

O que ainda acho muito estranho são as pessoas que não são de Marília. Nunca ouvi alguém falar que gosta daqui. Só quem nasceu aqui fala isso. Não entendo o porque, mas de certa forma, Marília não é uma cidade tão amável assim. É difícil gostar daqui. A cidade foi aos poucos me conquistando. Mas não digo que amo aqui. E digo mais, certamente não farei minha vida aqui. Claro, não sou profeta, mas não pretendo esticar tanto minha vida mariliense. Acho que o Brasil é grande demais para isso!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Cartola


É muito difícil falar sobre Cartola. Ele foi um gênio da música brasileira que só foi reconhecido depois dos 60 anos. Nessas horas, vejo o quanto o público brasileiro ainda é ignorante na música, deixando como Deuses Legião Urbana e Cazuza e esquecendo de Cartola. Até Cazuza já gravou cartola minha gente.

O samba de cartola é incrível. Com melodias suaves, às vezes cadenciada, Cartola, ex-mestre de obras, falava do cotidiano carioca. Malandro que só ele, casou-se duas vezes. E seu maior trunfo foi, sem sombra de dúvidas, o papel que teve em criar a escola de samba “Estação Primeira de Mangueira”. As cores verde e rosa são de sua autoria.

Ontem, no Sesi de Marília, um grupo chamado “Cartola Branca” apresentou clássicos de suas composições. Formado por pessoas jovens, todos vestidos de tênis e camisetas brancas – assim como Cartola se vestia- passaram por todas as épocas do compositor. Para quem não sabe, Cartola foi reconhecido apenas em 1974 até 1978 quando, em ’79 veio a falecer.

Deixou um legado de obras incríveis. E fico feliz em ter uma homenagem como essa em Marília. É bom saber que esse tipo de cultura ainda vive aqui nessa cidade, tão atrazada no tempo e tão tradicionalista.

Mas...sempre tem um mas.

Como Paulista e paulistano, sinto falta de uma homenagem boa para o maior dos sambistas. Adoniran Barbosa. Esse sim, com seu tom irônico e suas melodias maliciosas, seu samba chorado encanta até hoje o Brasil. Mostra a real cultura da cidade de São Paulo, o mais tradicional dos bairros de redutos italianos e o melhor de tudo, o cara sabe sacanear como ninguém.

Eu também espero uma homenagem para Bezerra da Silva, mas com uma população que coloca Restart como melhor grupo do ano, certamente Bezerra ficará apenas para os inteligentes. Obrigado

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A Fantástica Volta ao Mundo

Peguei esse livro por um acaso do destino. Estava fazendo feira no domingo e tinha uma barraca vendendo o livro. Bom, para que entendem, amigos. Aqui em Marília, a feira livre não é apenas de frutas, verduras, legumes e pasteis. Aqui, junto com os produtos tradicionais de uma feira, tem a parte de objetos. Tem de tudo, copo de liquidificador, livros, bikes entre muitos outros produtos.

Enfim, estava indo embora quando vi um cara vendendo uma penca de livro. Sairia cinco livros por R$10,00. Aproveitei e peguei. E um me chamou a atenção. O Livro “A Fantástica Volta ao Mundo”, do jornalista Zeca Camargo. Bom, se é um livro sobre viagens, to dentro, principalmente pela volta ao mundo. Mas me decepcionei com o livro.

No início, pensei que ele fosse contar como foi, choques culturais, problemas com a língua local, lendas urbanas entre outras coisas. Ledo engano. Mas depois de umas páginas, pensei que ele fosse falar do trabalho jornalístico nesse tipo de trabalho. Me animei um pouco mais. Mas novamente me enganei.

No livro, ele conta muito superficial sobre cada país. Ok,ok, não da para falar muito em poucas páginas, mas ele deu uma volta ao mundo e além disso, o livro beira as 500 páginas. Acredito que daria para se aprofundar mais nos assuntos particulares. O cara ficou descrevendo como era difícil mandar o material de imagens para o Brasil pelas precárias Lan-houses encontradas ao longo do percurso.

Comida? Só as que ele passou mal. Cultura? Só as que ele já conhecia. O livro baseia-se em turismo rápido. Se você for visitar tal país um dia e só tiver um dia para ver as coisas, o roteiro do livro dele é certo.

Enfim, o cara teve uma oportunidade de fazer um baita livro. Mas falou apenas do turismo básico e de onde comprar lembranças nas viagens. Infelizmente, um livro decepcionante.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Paul, calor, hortas...


Ficar sem computador é uma porcaria para quem tem o habito de escrever todos os dias. E sinceramente. Escrever com teclado é mais rápido e prático do que com a caneta, pelo menos pra mim. Viu só, coisas do mundo moderno, dependencia de tecnologia.

A foto aqui mostra um momento em que, em partes, estive presente. Logo menos estarei novamente,hehehe; Minha irmã no show do Paul McCartney no domingo. Liguei para ela umas quatro vezes para ouvir um pouco do Paul. E o cara deu um show de simpatia com a galera. Como disse minha irmã, até dançando ele é um Sir.

Será memorável. Nunca imaginei em ver um Beatle tocando. E tudo que gosto vem por causa de suas músicas. Queria poder ter ido em Porto Alegre também. Mas infelizmente não rolou.

Aqui em Marília as coisas começam a esquentar. E falo do tempo mesmo. Todos os dias, acordo com uns 30º na cabeça. Marília é quente. Lembro quando eu cheguei na cidade, dia 16 de janeiro de 2010, que foi a primeira impressão que tive. Calor demais. Cheguei às 6h e estava um calor absurdo, e tinha uma penca de mariposa. O cidade que tem insetos viu!

Agora é aguentar. Mais de 30º na cabeça todos os dias.

Alguém aqui tem ideia de como eu faço para transformar minha casa em um refugio naturalista? Quero horta, frutas, coisas do tipo,afinal não sai de São Paulo para viver igual SP.

Enfim amigos, assim que puder voltarei. Tá complicado sem computador eu ficar nas redes, mas logo menos volto!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

10 coisas que homem de verdade não faz

01. Chegar aos 40 anos de idade sem barriga. Aos 40 anos se você se preocupa com o físico, você é bicha! Como diz o ditado: “Quem gosta de homem bonito é baithola. Mulher gosta de dinheiro”. Você tem mais é que parar de se preocupar com a barriga e tratar do seu bolso porque aquela menina gostosona de 19 anos dá mais importância ao carro importado e ao cartão de crédito que você tem, do que aos seus músculos do abdômen.

02. Pedir caipirinha com adoçante.
Você pede caipirinha com adoçante?….Fala sério???!!! Tá de regime? Ou você bebe ou não bebe! Caipirinha é o seguinte: Limão, AÇÚCAR, gelo, pinga ou vodka. Se é pra pedir diferente, não chame de caipirinha, diga pro garçom o seguinte: Hoje vou pedir uma bebida de fresco, dá pra mim um copo com limão, vodka (ou pinga), gelo e adoçante.

03. Chupar um sorvete. Verbo “chupar” não deve fazer parte do vocabulário de um homem, um verdadeiro homem quando COME sorvete e o faz com dentadas, não com chupadas.

04. Saber o nome de mais de 4 coisas na padaria.
Homem entra na padaria e fala logo o que quer, no máximo quatro itens: normalmente são o pão, o café, o leite e a manteiga. Chegar na padaria pedindo um pote de queijo Philadelfia, 250 gramas de lombo canadense “bem fininho, viu?!”, ou então um salame (!!!), é sintoma grave de frescuragem.

05 Sair pra dançar.
Que merda é essa? Homem sai pra beber, pra zoar, pra pegar mulher. Homem que sai pra dançar não é homem! No máximo, você pode dar uns passos na pista de dança, com a intenção, é claro, de se aproximar da mulher que te chamou a atenção. Homem que sai pra dançar é fresco enrustido.

06. Bebidas com nomes exóticos.
Sex on the beach, Dry Martini, Bloody Mary….tudo coisa de fresco! Homem não tem frescura, bebe aquilo que todo mundo conhece: Vodka, Pinga, Whisky, Conhaque. Cerveja muita cerveja! Detalhes em copo de homem são: limão, gelo ou palito, dependendo da bebida. Canudinho e guarda-chuvinha nem pensar. Coisa de baitola!

07. Reparar como os outros estão vestidos.
Você é daqueles que repara que seu amigo está vestindo a mesma camisa de ontem? Você é baithola! Qual a diferença entre seu amigo sair para tomar uma cerveja com uma camisa dessas que não sai por menos de 100 pratas (coisa de fresco) e sair com uma camiseta que ele ganhou de brinde do cartão de crédito? Nenhuma! Se o cara tá ridículo, o problema é dele, ou melhor, sobra mais mulher pra você! Se você dá uma de Clodovil e repara se a roupa de seus amigos combinam, você é bicha!

08. Comer bolo em festa de aniversário. Só fresco faz isso. Homem que é homem enche o prato de salgadinhos, bebe pra caramba, vomita. Quem come bolo é mulher, criança e VIADO.

09. Pedir meias porções ou meias doses.

O nome é porção ou dose porque já é calculado, ou seja, um homem come uma porção de gororoba, ou uma dose de birita. Então, quem come meia porção é meio-homem. Pior ainda são aqueles que pedem pratos terminados com “inho”,”por exemplo: Garçom, traz um arrozinho por favor? Isso é muito fresco.

10. Consolar ex-namoradas de amigos.
A única maneira do verdadeiro homem, fazer isso, é pensando em como levar ela pra cama ou então fazendo com que ela fale algo que possa ser usado pra zoar o seu amigo em questão. Do contrário, vá chorar no ombro da mamãe… bichona!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Nem a direita, nem a mídia, nem o PAPA seguraram Dilma


A campanha contra Dilma nessas eleições foram imensas. Teve o PIG – Partido da Imprensa Golpista – teve os pastores evangélicos que iriam tirar uma grana boa no governo PSDB e até o Papa contra a candidata Petista. Mas o que prevaleceu foi que o Brasil cresceu e continuará crescendo. Novamente, teremos um governo que vai dar mais atenção para quem realmente precisa.

Bolsa Família, em que muito chamam de esmola mas coloca comida no prato de muita gente, Pró Uni – que eu sou um beneficiado do programa – e outras melhorias não apenas com programas sociais vão continuar. Os brasileiros continuarão a comer bem, e não terão mais vergonha de falar lá fora “Sou brasileiro”, pois somos muito bem representados.

Aos eleitores do Serra, meu pêsames. Eu sei que vocês não queriam que pobre subisse, que tivesse oportunidade e que tivessem o que comer em seu prato,mas a vida é assim mesmo.

O Maníaco da Mooca conseguiu a prova de que funcionário público tem a força e o poder. Foram 98% de votos contra. Quem votou a favor de Serra? Pessoas ligadas a FATEC. Apenas elas. Para quem não sabe, Fatec é uma escola técnica pública para gente rica.

Um novo destaque aqui em Marília. Muitos repudiaram minha saída da ong MATRA. É ONG sim, todos os envolvidos com a ONG não gostavam que usasse a palavra ONG,mas é uma ONG e ponto. Hehehhe. As portas que abri para a ONG foram novamente fechadas, e tudo que iria usar para a mesma vou usar para outro lugar.

A cidade ta cada vez mais quente. Lembro de quando eu cheguei aqui e estava fervendo demais. Esses dias voltarão.

E quem puder, dia 18 vou me apresentar no “Tarsila do Amaral” com a peça “Sincretismo”. Até lá.

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