quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Folha. Não dá para ler

Um dos comentários postados no meu blog falou para eu me informar melhor e ler a Folha.
Bom, primeiramente, quem se informa bem não lê Folha. Alías, não lê nada do PIG – Partido da Imprensa Golpista, Globo, Folha, Estadão...

A Folha foi o único jornal do mundo que virou motivo de piada nas eleições. Tudo o que acontecia era culpa da Dilma, só porque o veículo apoiava o Maníaco da Mooca.

O #Dilmafactsbyfolha entrou no TT mundial. E ainda falam que a Folha é um jornal sério. Tudo era culpa da Dilma. Se tinha trânsito em SP, culpa do PT. Hitler? Quem criou foi Dilma. E vocês sabem, aquele Tsunami asiático que matou mais de 100 mil pessoas foi armação da Dilma.

A Folha emprestava seus carros para torturadores.

Agora, a Folha quer abrir a ficha de Dilma na época da Ditadura.

Para a Folha, lutar na Ditadura é ser terrorista, e fazer a fuga para o Chile seria a melhor opção.

Segue o texto do blog Conversa Afiada, de Paulo Henrique Amorim, um dos melhores jornalistas do Brasil (Ele não trabalha na Folha, obvio)

Primeiro, o que a Folha queria ?

A Folha queria abrir o passado da Dilma durante a campanha presidencial e ajudar o Serra e o índio a pendurar nas costas da Dilma o estigma de matar adultos, além de matar criancinhas.

O capítulo das criancinhas foi aberto pela Grande Estadista chileno-brasileira Mônica Serra.

O STM não deixou a Folha ajudar o Serra nesse aspecto.

Com a surra que a Dilma aplicou no Serra – 56% a 44% – o que a Folha agora quer ?

Primeiro, ir à forra da ficha falsa.

A Folha publicou uma ficha falsa da Dilma, que se tornou uma das notáveis “barrigas” da Imprensa Mundial.

A Folha vai tentar demonstrar que a ficha falsa é verdadeira.

Segundo, a Folha quer pegar a Dilma na mentira.

A Dilma e inúmeros colegas de militância asseguram que a Dilma não participou de nenhuma ação armada.

A Folha vai querer mostrar que a Dilma pegou em armas, roubou o cofre do Ademar, matou criancinhas, e derrubou as Torres Gêmeas.

Terceiro, a Folha quer desmoralizar a Dilma e reproduzir declarações e situações nascidas no processo de tortura.

Quarto, a Folha quer dar legitimidade a uma máquina repressiva e judicial construída no regime militar.

Quinto, a Folha quer re-instalar o regime militar e seus mecanismos no regime democrático que a Dilma respeitou e no qual se tornou vitoriosa.

Sexto, a Folha quer reestabelecer a legitimidade das práticas do regime militar a que ela, a Folha, serviu com devoção e fidelidade.

Serviu de diversas maneiras.

Serviu quando cedeu os carros de reportagem para transportar torturadores e vítimas de torturadores.

Serviu ao transformar seus jornais em instrumentos da repressão e da ocultação de crimes hediondos.

Sétimo, a Folha quer constranger a Dilma.

A Folha quer fazer o que o senador Agripino Maia não conseguiu: transformar o Regime Militar num regime constitucional inglês e a Dilma numa terrorista.

Oitavo, a Folha avisa a presidente eleita que a combaterá sem tréguas.

Nono, a Folha quer impedir que a Dilma faça uma Ley de Medios.

Décimo, para a Folha, a Dilma é o Marighella, que será abatido num cruzamento dos Jardins, entre a Avenida Paulista e a Rua Estados Unidos.


Paulo Henrique Amorim

2 comentários:

Anônimo disse...

KKK

vc anda escrevendo qdo bebe...
ou bebendo qdo escreve???

Misturou alho com bugalhos...fatos com interpretações... e deixou transparecer um desequilibrio emocional que não poderia existir num texto jornalistico.

Separe suas emoções dos fatos...isso é uma postura jornalistica. E entenda que nem todos pensam como vc e tem as mesmas considerações.

Quarto Poder SP disse...

Mas é por isso que escrevo no blog. Texto jornalístico é para meus empregos. Aqui é minha visão,minha sensação de tudo na vida.


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