quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Fazendo parte da história

Estava tendo umas lembranças e resolvi compartilhar uma coisa no momento. Isso da época de escola, lá pela sexta série. Esse foi o ano que comecei a me interessar por história, principalmente a do Brasil.

Um grande professor meu, Dionisio falava o tempo todo. “Essa é a história que consta como oficial do Brasil, mas não podemos acreditar 100% nisso porque muita coisa foi inventada e/ou modificadas”. Isso sempre ficou na minha cabeça. E minha vontade era participar de fato de um momento histórico. Desses que acontecem do nada,saca, o cara num cavalo gritando “Independencia ou Morte” e todo mundo fica feliz em volta.

Mas participar de algo histórico era uma grande vontade que eu tinha. E acabei ficando com isso na cabeça.

Quando fui fazer um trabalho no terceiro colegial, em um outro colégio, peguei a parte pós ditadura da história brasileira. Foi quando caiu minha ficha. Eu havia participado de um momento muito importante para a história de nosso país.

Quando o presidente Fernando Collor de Melo resolveu renunciar para não sofrer impeachment, teve aquele ato dos chamados “caras-pintadas” no Vale do Anhangabaú, no centro de SP.

Lembro-me que meus pas me levaram,juntamente com minha irmã, para a frente do Banco do Brasil. Alí, muita gente passando e gritando mandando o Collor pra PQP. Da hora, achava o máximo quando pequeno ouvir pessoas falando palavrões.

Mas me toquei naquela época que participei de um momento histórico de nosso país. E agora, mais um.

Independente da visão politica de que lê esse blog, ver um cara que saiu do nada,sem estudar e tudo mais, não é nada com omomento que iremos passar agora.

Com a vitória de Dilma Rousseff, a nação passa pelo momento emque uma mulher assume o comando. Independente de você ser mais de direita, mais de esquerda, gosta do PSDB ou prefere o Dem, esse momento será marcado para a sociedade brasileira.

A mulher, que antes era a dona do lar, em menos de 50 anos conseguiu um espaço absurdo no país, e hoje não são mais vistas como sexo fragil. Pelo menos não na minha geração, pois ainda existem os mais velhos que optão em não evoluir conforme o mundo.

Assim como os Estados Unidos tiveram o momento de ter um negro na presidencia, aqui também iremos quebrar uma bairreira fortíssima.

Comemore, você também faz parte da história. Um brinde e feliz 2011.

Nota - Trilha Sonora de MG tá estranha. Novos Baianos dominam

2 comentários:

Anônimo disse...

O melhor vai começar...

Rose Dayanne disse...

Chegou mais uma vez a nossa hora!


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