quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Infinitivos

A tortura parece não ter fim. Já passaram dois anos de sonhos invadidos sem minha permissão, e o pensamento ainda longe.

Começou por um mero acaso do destino, e a cada dia que passa sua voz, seus olhos, seus cabelos e aquele perfume tornam-se essenciais em minha vida.

A cabeça paira em rotas adversas. Mas todos os caminhos me levam aos céus andradensses.

Òh, céu andradensse, que em seus voos panorâmicos contam o encanto de sa beleza. Nem o mais errante dos caminhantes consegue resistir.

Hoje a vejo, a sinto, mas não posso toca-la nem te-la em meus braços. Sua pele, branca e rosada, reluzem os melhores sonetos e poemas físicos. Os movimentos harmonizam com o vento de outono, frio e ensolarado.

Óh, vida, que me faz sentir o prazer do platonico. Nessas noites escuras, o olhar que ilumina minha vida preta e branca.

Tocar
Sentir
Ouvir
Rir
Confidenciar
Trocar
Sensualizar
Querer… Verbalizar

2 comentários:

Branca disse...

" Eu vi a eternidade nos teus dedos!
Eu vi a eternidade, e amedontrou-me
saber, tão de repente, tais segredos."

Anônimo disse...

Após ler esse texto belissimo, fica difícil encontrar a palavra exata para um mero elogio.
A vida tem dessas coisas, a vida tem pessoas surpreendentes como vc.


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